segunda-feira, 30 de outubro de 2017

• Mirages

I have to admit it. My personality was neither designed at birth nor developed all along my lifetime to let me be suited to live with someone by my side for more than a short period of time.

It's mostly a lifestyle issue. I don't care much about planning for the future. I take life day by day. And this is not a good thing when one's not so young anymore.

So, arriving at this age of mine - I celebrated with some joy my 57th anniversary yesterday - it seems I will end my days alone. Unless I will be wanted or needed. Once again.

I thought that I had found the one for whom I was destined two years ago. But it seems I’m one of her mistakes. And I fully understand and accept that fact.

But I rather prefer to say she was one of my most beautiful mirages.

Või kindlasti minu kõige ilusam miraaž kõigist aegadest.

sábado, 30 de setembro de 2017

• Como e porquê

"You always jump into things, hoping that afterwards all the pieces of the puzzle will fit perfectly by themselves. Well, I have news for you: that’s not the way this world works.”

Isto foi-me dito um dia por alguém que me é querida, imbuída da sua milenar sabedoria oriental.

Quando esta sentença ouvi, relacionei-a de imediato com aquela aventura em que mergulhei de cabeça faz agora 2 anos, no princípio do próximo mês de Outubro.

I need you in here”, ela disse um dia. E isso foi o click que me fez tomar a decisão de me juntar a ela o mais breve que eu pudesse.

I don’t live on the moon”, também disse ela. E eu lá embarquei naquilo que chamei de “My personal Apollo-Soyuz mission”.

Nessa época, eu encontrava-me muito inactivo e sem grandes perspectivas de dar a volta por cima a essa situação. No desafio que me foi lançado para ir até o seu país de residência vi também uma oportunidade. Uma oportunidade de encetar a brand new life. Sobretudo no campo sentimental. Por tabela, quiçá, também no campo profissional.

E aí todas as restantes peças do puzzle encaixariam. As primeiras peças pareciam perfeitamente colocadas. E essas eram as da paixão que nos aproximou. Que nos uniu como cola instantânea. Num instant couple, nomenclatura inventada por ela.

Para ser franco, antes de embarcar no avião rumo áquela terra distante as minhas expectativas não eram muito elevadas acerca dum eventual sucesso profissional. E quando desembarquei e a vi ao vivo pela vez primeira, qual um outro "avião" em carne e osso, também fiquei periclitante quanto ao futuro da nossa paixão nascente. Ela era bem mais bela do que eu a imaginei. E inseguro quanto a mim fiquei.

Em poucas horas, no entanto, nessa viagem num commuter train até á sua cidade, a cerca de 100 km da capital, os meus tontos temores dissiparam-se. Os olhares marotos e cúmplices que íamos trocando asseguravam-me que tinha talvez encontrado o meu destino maior nesta vida.

Algo que os dias seguintes, mais de um mês vivendo juntos, me viriam a confirmar. Cada novo dia um pouco mais do que o anterior.

Só que o puzzle não houve meio de o completar. Não descobri meios naquele escasso tempo de tornar a minha vida sustentável naquele país. E não podia de forma alguma passar a ser um fardo para ela. Não podia absolutamente quedar-me a viver à custa dela. Não seria honroso que nós dois sobrevivêssemos apenas do suor dela.

A data do meu voo de regresso, pré-definido antes da minha partida, veio. E eu não pude dar-me ao luxo de perder essa safety net. Tive que me despedir dela no aeroporto. Uma noite inteira ela se prantou ao meu lado na sala de espera antes de nos separarmos.

De volta ao meu país, onde nunca mais desde esse retrocesso me senti bem a viver, o puzzle teimava em não se completar. E como é que isso poderia suceder? Com a minha volta para junto dela.

Nestes dois anos houve duas ocasiões em que lhe anunciei esse meu desejo. Mas isso era algo que eu estava agora sozinho a desejar.

Ela não quer mais que sejamos outra vez um instant couple. E eu não consigo ainda oferecer outra coisa que não seja apenas o meu amor. Não ofereço segurança alguma que uma nova ruptura por razões económicas não venha a acontecer.

Isto embora tenha hoje em dia uma energy of money como talvez nunca tenha tido. Só que não é ainda a energia suficiente para um projecto de vida a dois. E sobretudo com ela. Como ela merece.

Entretanto, enquanto estes dois anos decorriam, ela terá obtido uma nova estabilidade sentimental. Eu deixei de ser-lhe necessário. E a vida é mesmo assim. Há que aceitar que ao menos é bom que ela esteja feliz. 

Amo-a. Sempre a amarei porque os momentos que vivemos a dois não podem ser apagados da minha memória. Foram algo do mais intenso e sublime que vivi nesta minha presente existência.

“ Antes de ti só existi.
Cansado e sem nada para dar.”
 - Salvador Sobral,
excertos de “Amar pelos dois”, uma canção
composta por sua irmã Luísa

Um sentimento muito similar foi um dia expresso por mim, aqui.

Estou a escrever estas linhas durante um retiro a sós com que quis presentear-me. No meu pequeno paraíso perdido no tempo. Na Praia da Vieira de Leiria. 

Isto à falta de poder viajar para bem longe, até à sua cidade natal, a capital do verão no seu país de origem. Que eu quero um dia ver com os meus olhos. Mesmo que a veja sem os olhos dela a guiar-me.

Por motivos profissionais e de saúde estou preso aqui no meu país. E o inverno aproxima-se uma vez mais a passos largos.

Eu ambiciono vir a conhecer aqueles dois países ao norte que me foram revelados por ela durante o seu curto estio. Este ano essa oportunidade já está eliminada.

Ambiciono mesmo habitar lá um dia. Creio que já estou pronto para enfrentar o clima frio daquelas paragens.

A vida dá muitas voltas. Milagres acontecem, também. I still can ask angels for that miracle, com um pouco mais de convicção do que até aqui venho fazendo.

O milagre vai vir. Sempre na minha vida milagres sucederam quando eu menos acreditava. Só não sei é se esse milagre vai ser o que eu sonho hoje ou algo com que eu nunca sonhei.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

• I'm tired...

Very tired. Too tired to travel. And now, that I can to go anywhere in this world... And have some available time to do it.

Still, I don't have any other will but to go to those places where I was recently happy. Perhaps the happiest times of all my life. A time that I feel won't repeat itself.

domingo, 30 de julho de 2017

• I'm lost...

Very lost. Truly lost. But at least… 

…with the energy of money enough on my pocket to go anywhere in this world. If ever the occasion will rise up again on the horizon of this current existence of mine.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

• Já está!…

Hoje tive um dia feliz por um motivo completamente banal - e até fútil, convenhamos... - para outro qualquer comum mortal.

Cumpri com um sonho antigo. Fiz a aquisição da minha ushanka. Como já vinha desejando tê-lo feito desde há muito tempo. Sempre que ano após ano faço uma regular visita à FIA - Feira Internacional de Artesanato de Lisboa.

Now, I’m starting to be ready!…  ;-)

sábado, 6 de maio de 2017

• What's my mission in this life?...

Eu tenho esta teimosa crença que todos nós temos uma missão a cumprir com cada pessoa com que nos cruzamos neste vida.

Qual terá sido a minha missão com ela? Esgotou-se enquanto com ela vivi, por uns tempos breves? Ou será que ainda persiste algo que me compete fazer por ela ou com ela?

Por ela e por agora me vou remetendo a um silêncio. Que é o que julgo que ela me pediria, se a mim se dirigisse de novo. É por agora, e talvez para todo o sempre, o melhor que posso fazer por ela: deixá-la em paz, com o rumo que é a sua escolha de vida.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

• Distraction

Until now, I feel to have been just a distraction in the life of those women that crossed for a significant amount of time my own life.

I have met the one with whom I would like to spend the rest of my life by her side. But unfortunately for me, I’ve never inspired the same feeling on her. Or for that matter, on any of the couples I’ve been involved, this feeling was born simultaneously on both members.

Will I have the fortune of finding one of these days my soulmate and the one who will wish to live by my side until the end of time, the two of them in the very same human being?…

I have this dream. Still.

terça-feira, 21 de março de 2017

• Espiritual

É o que julgo sempre ter sido. Espiritual.

Naturalmente. Independentemente de uma qualquer vontade própria. Não premeditadamente. Desconhecendo qualquer outro caminho ou atitude perante a existência.

E é assim que vou continuar a ser. Não sei fazer diferente. E nunca ninguém me guiou para ser assim. Aprendi-o sozinho.

Creio, contudo, que ainda vou encontrar os meus pares. Ou que eles me vão encontrar. Ou que, por breves momentos no tempo, já nos cruzámos algumas vezes. Quando ambas as partes estiveram em simultâneo no seu melhor.

O que, de resto, pode sempre voltar a acontecer…

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

• Aitäh, mu elu armastus

Dia de São Valentim. Ou dos namorados. Foi há uma semana atrás. E eu sinto-me como este grotesco sapinho…

Há vários anos que este Valentine’s Day não tem sido feliz para mim. O que me vale é que recentemente comemorei não um dia mas um mês inteiro e mais alguns dias de São Valentim. Fora de época.

A vida não me permitiu prolongar esse período em que vivi nos céus. E nem o posso novamente repetir. Há que haver a vontade simultânea de dois para o fazer.

Este simpático batráquio na foto em cima, quando o miramos somos levados a crer que tem muito amor para dar e ninguém para o receber. Tal qual como eu. E receio que ficarei para sempre esse sapo. Sem nenhuma princesa que venha e termine este quebranto. Com o seu beijo de amor incondicional.

Não importa. Já valeu a pena esta presente existência minha, o ter vivido até aqui, só por essa quarentena abençoada.

Por isso digo “Gracias, amor de mi vida”. Qualquer nova benção que os deuses decidam me dar doravante parecerá sempre “second best”. Mas eu amarei essa mulher, se ela vier, tal como te amei a ti. Tal como te amo e amarei em todas as minhas futuras reincarnações. Ou melhor ainda, tal como tu me amaste.

Tu és amor e eu serei amor, também. Contagiaste-me. Tal como um vampiro quando morde a jugular do mortal porque quem se apaixonou.

Ainda vou ser feliz outra vez. Eu sinto-o. Porque eu mereço. Porque eu amo todas as mulheres. E voltarei novamente a amar numa todas as mulheres.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

• Szczęście*

No one should ever put the key to his/her own happiness on somebody else’s hands. But that’s what we all always do. You, my dear reader. And the fool who writes these lines too.

I’ve made that mistake in my life quite often. And I led other dear and special ones to do it, at the same time.

So, why do we all persist on that mistake? Because even if we know damn well that we should not let depend our  happiness on anyone else, we also know this fact:

One of the most beautiful and sacred things in life is to fall asleep with someone you love by your side, holding him/her in our arms and feeling perfectly safe. 

Believe me, I know what I’m talking about… And I say more: there’s no greater joy than to wake up before your beloved one and wait for her eyes to open up for the first time each new day and stare at us, still a bit confused. And kiss her on that moment. And hug her. And thank the gods for being on that bed.

Most people have this blessing every single morning and they are not aware of that.

As a notorious human being - who has lived among us without being so noticed as he should deserve - once said...

"Everybody dies. But not everybody has lived."
Manuel Teixeira Gomes
former President of the Portuguese Republic
and writer

Now, I am what is usually called an “old soul”. I should know better what to do. Even because I also feel that it might be almost impossible to exist in this whole world anyone who can stand me for a longer time than all my love affairs have endured.

Unless they are an old soul like me, I can hurt the ones I love. And that’s a price they don’t want to pay but for a limited period of time.

But that’s not only pain and sorrow people receive from me. I also bring out the best of them when they are in love with me. And that’s why I said in my last post this: I think I may be an individual that could earn the seal of “World Heritage of Mankind”.
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* “Happiness”, in polish. Don’t try to pronounce this word at home, if you are not familiar with this language. You will only hurt your tongue.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

• I, World Heritage of Mankind

The sun was going down on the horizon that could be seen from the river shore of this Babel tower that my hometown, Risubon*, has fortunately become lately. 

This was last wednesday. A day truly important on this journey of discovery of myself that I am always doing. By discovery of myself I mean also discovery of what happens in my life. And why.

I think I may be an individual that could earn the seal of “World Heritage of Mankind”. Because I’m a really, really old soul. And due to that fact, I may know better than most of us how loving should be made, in ways people don’t expect it in the first place. To say the least.

I love many people. As ungrateful as this may seem, I feel no one on this earth loves me back as much as I love them.

That doesn’t worry me that much anymore since this last wednesday. Dum spiro spero**, as I said once here in this blog. One day love will knock at my door. One more time. And now I know damn well how to wait without anguish.

Another peculiar soul made me realize that blessed wednesday that I do something very few people can truly say to do so too: I put love and romance above all other things in life. 

But this is because I can afford that luxury. Once again, the majority of mankind can't even dream of living that way. Or are too distracted always watching their smartphones screens. While life signs pass by around them, poor devils...

Besides being this very old soul, I'm also perhaps one of the luckiest bastards in this world. Thanks to those divine entities that look after me from up above. I must please them. Or at least amuse them quite a bit. 

But I shouldn't be saying this. They might get mad at me. Again.
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* This is how funny the word "Lisbon" sounds in japanese language.

** “While I breathe, I hope”, in latin.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

• O Portal da Felicidade

Esta é a minha actual missão nesta presente vida: levar outros a atravessar este Portal da Felicidade.

Dum modo geral, a categoria de pessoas que diariamente trago aqui a este lugar encantado - e a mais uns poucos de outros que tais - são dos melhores seres humanos que haver pode. São viajantes do mundo. Que estão sempre a querer sair da sua zona de conforto.

Viajantes que são sempre sedentos de descobrir novos lugares. Sem parança. Gente que eu sinto que faço serem felizes ao serem conduzidos por mim. Gente que no meu conceito são a verdadeira nata da sociedade.

Todo novo dia conheço novas caras. Novas almas nobres. Mas ninguém é como ela. Ninguém é como nós dois juntos.

Ninguém é como estas nossas duas old souls.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

• I'm done

I just saw the other day a person on the street with this lettering on the picture above. Stamped on a t-shirt. And I have this thing to take these random signs daily life brings to our eyes as something personal. As messages from some higher entities to me.

I’m done with my life. I’m really done. I’ve achieved the highest peak. When us two lived together for a while.

Now, I don’t have a clew for what to do with the rest of this current life of mine. If we won’t be together once again.

Nevertheless, this current life until now, despite some sorrows that come with the territory, has been greatly worth to be lived. Thanks to this someone I have met someday, somewhere.

And thanks to all the gods and angels* that have been always around me. And that don't cease to look at me and care about me, all the time, coming from so many different parts of this world.
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* And little devils, too.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

• Üks aasta*...

365 days have elapsed since that day last year I felt my life was being put on hold.

I know now what I want for the rest of my life. I know exactly how is like that person who is perfect for me to live with. I just have to get to be perfect for her, too.

I’m getting there… With a little help from angels. These creatures seem to never abandon me.

Ma olen võimeline täna teha natuke rohkem kui lihtsalt tühja pakkumisi.
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* One year, in a very dear language to me.

sábado, 29 de outubro de 2016

• An instant couple, she said...

Once upon a time there was this instant couple. And to me, in the history of mankind I doubt there has ever been another instant couple more magnificent than this one.

These days, in my hours of deep loneliness among the noisy crowds that have to stand by my side, I wonder often…

Where did all beautiful people disappear to?…

Where have all intelligent people vanish to?…

She is love. It’s inside her, she said too. And now, due to having lived together with her, I believe I am love, as well. Because someone else said that I seem to have a lot of it to share with the whole world. And so I did. Always have done.

Hooray for instant couples!!!…  :-)

Last year, in this very same day, October, the 29th, I felt like being the happiest man in this world.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

• A minha vida é um poema

Se ao menos as gentes me pudessem ver, no meu dia-a-dia…

O ano passado, por esta altura do ano, fui até á Lua. E lá vivi com uma selenita. Uma mui bela, por acaso.

À beira do Mar da Tranquilidade habitava ela. A que ela chamava de Lake Vesijãrvi.

A minha missão Apollo-Soyuz foi realizada então com um orçamento curto, hélas… E teve de findar bem antes do que eu desejava. A lua é um lugar estranho. Mas entranha-se.

Hoje ando a ver se reúno de novo fundos para uma nova missão áquela minha lua. Ou para oferecer à minha querida selenita uma viagem na minha terra. E de modo a que essa minha oferta não lhe pareça vazia desta feita.

É que da primeira vez, no ano passado, julguei que a minha oferta pessoal era suficiente. Afinal, o que eu ofereci foi a mim próprio. Mais de um mês da minha vida, que a ela dediquei. Mas foi de facto escasso, para as bençãos que dela recebi em troca.

Ontem estava à beira dum meio aquático e nela pensava. O canto das sereias é uma coisa tramada!…

Quedei-me pelo meio-dia sentado no molhe do cais do porto de pesca de Viana do Castelo, bem longe do lugar onde tenho o meu tecto habitual. Também a norte mas não tanto quanto eu mais queria.

Estava ataviado com um monkey suit, que dizem que me rende todo bonitinho, e partilhei a minha refeição ligeira com as gaivotas e corvos marinhos que de mim se abeiravam, fazendo um coro de guinchos desafinados.

É que hoje em dia eu faço de anjo da guarda de viajantes pelo meu país. E no presente caso, conduzi um trio destes numa Viano até Viana. Num destes veículos de animação turística que tresandam a luxo, todos de uma característica cor negra executiva.

Nessa mesma Viana do Castelo evoca-se hoje numa estátua o amor que uniu Diogo Álvares Correia, aka o Caramuru, filho da terra, à bela índia Paranguaçu. Curiosamente.

E para quem tem falta e carece ou está lejos do seu amor maior assim como eu, lá existe também uma providencial fonte de feniletilamina: a Fábrica do Chocolate, hotel, restaurante e museu.

Ao fim da tardinha ontem ainda devolvi os caminheiros ao Porto, onde se hospedavam, perto da Avenida dos Aliados, bem no centro da Ínvicta urbe. Granítica como a "minha" Helsinki. Curiosamente, mais uma vez.

Com este mister, que me consome as horas todas de vigília dos meus dias, espero arrebanhar os dobrões necessários e suficientes para vir a ser eu mesmo, na minha vez, um viajante também, por conta própria. E livre para voar até áquelas paragens onde fui mui feliz no dia do meu aniversário nesse bendito ano passado.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

• Koduigatsus*

Nimi algab M tähega. Aga ma ei olnud valmis. Mitte veel.

Nevertheless, she’s the one. And now I feel rootless. But I feel this was and it will continue to be a positive effect she made on me.

>>>--❤️-❤️-❤️-❤️-❤️-->

We now live in parallel universes. Me, in this hot weather country which was my cradle. And her, faraway up there in the cold of the northern parts of the old continent. But we once were a blessed instant couple. And since then I know someone like her can exist on this planet.

"Find a woman you can cope with.", a very dear friend of mine - one perfect little angel-demon - said to me, recently... And I thought at that moment that I do had found that woman already.

She's fine to me. I think she has the same virtues and flaws that I do. But I'm not as fine to her as I would wish to be.
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* Nostalgia, in her mother language.